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Embora muitas mães não tenham conhecimento, o problema da adenóide em crianças é mais comum do que se imagina. Na verdade, adenóides – localizadas na parte de trás do nariz e do palato mole – não representam uma doença, mas sim fazem parte da anatomia do ser humano.

A sua hipertrofiaé que causa complicações.

Ela é típica na fase infantil, até os seis anos. É resultado de constantes infecções nas vias aéreas superiores, como, rinites, sinusites, alergias e infecções crônicas por bactérias e vírus. E ainda de roncos ou apnéia noturna (parada da respiração durante o sono). “Muitas mães acabam descobrindo o mal não só por causa das infecções, mas sim quando observam roncos e até que a criança dorme com a boca aberta”, diz José Caporrino Neto, otorrinolaringologista do hospital São Luiz.

Conforme o médico, quando os antibióticos não resolvem o mal é necessário fazer a cirurgia. A operação mais comum é feita com cureta de beckman. Como a adenóide começa a diminuir após os seis anos, especialistas indicam a cirurgia para depois desta idade. “É um procedimento simples e a criança vai para casa no mesmo dia, mas ela leva anestesia geral. Após a operação, o pequeno deve ficar em repouso”, ressalta.

Caso a cirurgia não seja realizada, a criança pode ter conseqüências graves, entre elas, infecções freqüentes no ouvido, sono agitado, cansaço e até mesmo retardo no crescimento, perda auditiva ou hipertensão pulmonar, o que dificulta no seu processo de desenvolvimento.

“É importante alertar às mães que procurem um otorrino assim que desconfiarem dos sintomas. Apenas com um raio-X de perfil e um exame chamado de nasofibroscopia, já é possível detectar o problema no próprio consultório”.

Por Juliana Lopes

Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/adenoide-quando-a-cirurgia-e-necessaria-8-1-55-103.html

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